terça-feira, 1 de julho de 2008

Arte-Educação no Brasil: realidade hoje e expectativas futuras

Ana Mae Barbosa


A identificação da criatividade como espontaneidade não é surpreendente porque é uma compreensão de senso comum da criatividade. Os professores de arte não têm tido a oportunidade de estudar as teorias da criatividade ou disciplinas similares nas universidades porque estas não são disciplinas determinadas pelo currículo mínimo.
Apreciação artística e história da arte não têm lugar na escola. As únicas imagens na sala de aula são as imagens ruins dos livros didáticos, as imagens das folhas de colorir e, no melhor dos casos, as imagens produzidas pelas próprias crianças.
O sistema educacional não exige notas em artes porque arte-educação é concebida como uma atividade, mas não como uma disciplina de acordo com interpretações da lei educacional 5692.
Os
cursos da Universidade de São Paulo são baseados num conceito de arte-educação como epistemologia da arte e/ou arte-educação como um intermediário entre arte e público.
Nossa idéia de leitura da imagem é construir uma metalinguagem da imagem. Isto não é falar sobre uma pintura, mas falar a pintura num outro discurso, às vezes silencioso, algumas vezes gráfico, e verbal somente na sua visibilidade primária.
Os professores de arte conseguem os seus diplomas mas eles são incapazes de prover uma educação artística e estética que forneça informação histórica, compreensão de uma gramática Visual e compreensão do fazer artístico como auto-expressão.
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Ana Mae Barbosa é diretora do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo e professora da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.
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Maria de Fátima da Silva,

Artes Visuais, Pólo de Xapuri – Acre.

Plano de Aula em Arte


Nome da equipe:

Lígia da Silva Vasconcelos Costa.
Maria de Fátima da Silva.
Vilton Reis de Oliveira.
Curso de Artes Visuais (ARV7).


Nome da atividade:

Observar as artes colocando seu ponto de vista próprio. (palestras em relação à cidade de Rio Branco).
Fundamento teórico:

Observação; integração; informação; mundialização.
Objetivo:

Geral: Possibilitar que os alunos conheçam a arte de desenhar e fazer obras, observando e aprendendo sobre elas.

Especifico:

• Conhecer as artes através do tempo;
• Reconhecer as novas tecnologias dentro da educação e interligados a arte;
• Trocar conhecimentos;
• Trabalhar colaborativamente.

Conteúdos:
Espaços de memória discutem meio ambiente na primeira primavera dos museus.

Tempo:

Duas horas/ aula.

Metodologia:
As estratégias estão centralizadas em torno das atividades desenvolvidas com os estudantes usando como técnica de ensino visita aos museus virtuais e observando as obras de arte e as principais ferramentas serão: leitura e discussão sobre as obras de arte e visitas aos museus virtuais.
Recursos:
• Texto que fale dos museus e das obras;

• Utilização de um espaço alternativo;

• Impressão de textos pesquisados.

Avaliação:

• Leitura, acesso a internet e discussão sobre os museus: 5,0 pontos.

• Produção textual: 5,0 pontos.

Referencia bibliográfica:


http://wikipedia.org/wiki/Rio-Branco-(Acre)
http://www2.vol.com.br/pagina20/22092207/girogeral.htm
http://www.brasilviagem.com/pontur/?codatr=3435

Maria de Fátima da Silva,

Artes Visuais, Pólo de Xapuri – Acre.

Quem sou eu

Minha foto
Xapuri, Acre, Brazil
Sou Fátima, 30 aninhos bem vividos, um lindo filho (Leonardo de 6 aninhos) a quem amo de paixão, amando como nunca amei na vida, trabalhando bastante, super enrolada com diversas tarefas como a coordenação pedagógica da Educação de Jovens e Adultos - EJA - na zona rural, cursando graduação à distância pela UNB - UAB (Artes Visuais), esposa, mãe, dona de casa, filha... Acima de tudo comprometida, otimista, perseverante, um pouco acomodada, enrolada, preocupada, ansiosa...